sábado, 2 de abril de 2011

Gestos com olhares ou olhares com gestos…


Entender as pessoas é de facto muito complicado… Ou será que quando se tenta entender alguém na realidade não nos entendemos a nós próprio, e é por isso que dizemos de tão vil forma que os outros é que são complicados, afinal de contas é mais fácil por a culpa nos outros, hó se é. Hoje, recordei algo que a muito que tinha esquecido, que existem várias formas de expressar uma mesma emoção… Uns são simplesmente emotivos, outros retraídos, outros um misto entre as duas coisas… E há ainda aqueles que querem, mas por puro egoísmo ou não, vai-se lá saber, não são capazes de admitir que querem, que também precisam de colinho… Enfim como diria a D. Flor a Rabuja, ai filha um abracinho… Quantas vezes já tive vontade de pedir um abracinho, quantas vezes já estive em locais, que de forma mais ou menos descarada, lancei aquele olhar a matador, aquele olhar fatal… É verdade todos nós, já experimentamos a sensação de expressar com o rosto tão variados sentimentos. Aquele olhar fatal que falava para se conquistar alguém, aquele olhar envergonhado que provoca efeitos secundários como ficar com a cara completamente vermelha… Quantas vezes já não gritamos tanto que até os músculos da cara ficam de tal forma contraídos que mudam as linhas do rosto. Definitivamente, conseguir interpretar os seres humanos, deve ser o maior de todos os desafios do homem. Acho que cada vez menos a humanidade sabe o que quer e eu infelizmente, a cada dia que passa menos me conheço, menos me entendo. Confesso que por vezes fico sem vontade de ir de andar de estar de contar de fazer, de… de… de… de tudo e mais alguma coisa. Tenho andado a sentir-me com uma tristeza extrema, uma angústia sufocante, estou deprimido e cada vez mais, tomo elixires que por vezes acho que mais parecem xaropes de açúcar, daqueles que se dão as hipocondríacos… ou aqueles que desejamos ver redondos que nem bolas de Berlim. Enfim, acho que isto não é mais que a minha forma de reagir aos acontecimentos, afinal de contas dizem os entendidos que todos nós temos formas diferentes de reagir perante diferentes situações.

Será?

Hoje debitei lindas teorias que neste momento penso nelas, e não acredito nelas…

O que vale é que se aproximam as mini férias e como elas irei para bem longe onde poderei ver coisas novas e quem sabe nalguma das muitas esquinas que percorrer, talvez sem querer esbarre-me com a minha vida, comigo próprio…

Apesar de não acreditar no que vos vou dizer, pelo menos neste momento, amem como se fosse o último dos vossos amores, vivam como se fosse o último dia da vossa vida, brindem com o que quiserem como se fosse o último brinde que farão para o resto da vossa vida.

Bjs e abraços, até já ou até depois, pouco importa, o que importa mesmo é que será até um dia destes…



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