Por vezes tenho a sensação que São Pedro e a Morte estão a jogar um jogo de computador, que é o jogo da minha vida. Enquanto viajava pela net a rever fotos da cidade maravilhosa, encontrei esta e por causa desta nasce este post. Acho que devia ser internado afinal de contas são seis da manhã, façam-me um favor e liguem para a psiquiatria há um loco na avenida LOL…
Ás vezes seria tão bom que a vida, fosse como um jogo de computador, da PSP ou até da Wii, em que treinando, podemos chegar a perfeição, que do nada podemos desligar e recomeçar de novo. Quando se ama a vida tudo se descomplica, quando nos enjoamos dela, complica-se. Dizem os entendidos que há formas de a descomplicar, quando se ama alguém a emotividade é maior, por isso o apego a vida é maior, tudo é maior. Não sei se isto será mesmo assim, mas até que eu acredito em parte neles.
Cada dia é um dia, e um dia é sempre diferente do outro. Se me perguntassem a uma semana atrás eu diria, - sexta a esta hora estou dentro de um avião rumo a cidade maravilhosa. Hoje digo-vos estou sentado na cadeira com o portátil em cima da mesa, onde me sento a esta mesma hora todos outros dias. Hoje a escrever, outros a cultivar a minha quinta ou a colher os lucros da minha cidade. LOL
E assim mais um ano adiado, ainda não será este ano que naquela data vou lá estar… As vezes acho que por cobardia, não sei do que tenho medo, afinal, ainda posso ir hoje em qualquer outro voo, posso ir amanhã também em qualquer outro voo, só teria que estar lá antes da meia-noite e aquilo que digo a mim todos os anos desde há 4 anos para cá concretizava-se. Será que eu quero mesmo lá estar? Já não sei, talvez procure lá um momento especial, mas não há dois momentos nem duas sensações iguais, não haverá garantias que a alegria liberdade que tive lá se repita. Afinal, todos os momentos são diferentes, todos somos diferentes e nós a cada dia que passa somos diferentes, mais ignóbeis, mais astutos, mais ponderados, mais arrogantes, mais ou menos poderoso. O segredo está no momento, e o momento deveria ser o que importava, voltar a pagina, guarda-lo num recanto da nossa caixa de emoções e partir para novos momentos sem desejar estar ou ter algo que já tivemos. Quando se gosta de alguma coisa, de alguém, de um sitio, gostasse porque se gosta, haverá alguma razão para cometer o ridículo acto de se querer justiçar o porque de se gostar.
Quando se gosta, o tempo deixa de existir, tudo a volta é magico, mesmo quando se esta no meio de uma batalha. Quando se gosta gostasse, porque o facto de gostar é determinante para sentirmos que estamos vivos e gostamos porque gostamos….
SOCORRO quero voltar para a ilha…

Sem comentários:
Enviar um comentário